Dou por mim a contemplar a simplicidade da paisagem...
Noite de verão decente, céu estrelado, silêncio divino.
Os meus problemas navegam para longe,
Calma invade-me sem titubear,
Sou placidez, o sono do recém-nascido.
Recordo o que me trouxe àquela necessidade
De descanso, distância de tudo.
Sinto a reserva de calma a esvaziar,
Invadem-me reminiscências, memórias, folhas de lembranças
Que só me apetece rasgar…
Parece-me que não, nada disto importa.
Para sempre (ou não, não sei) decido retirar-me
Deste desejo ou preocupação sem tutano,
Busca repleta de erros (como ser humano),
E desta vergonha de memórias aliviar-me…
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